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domingo, 30 de maio de 2010

Teste-se: Você é PSICOPATA????

Não estou mentindo: quando posso, entupo meu tempo entre net, livros (e-books, por quê não?) e séries, agora melhores que filmes rs...

Estive hoje analisando uns episódios de Dexter e é algo de grande polêmica: a natureza do personagem é algo anormal pois trata-se de um serial killer que mata que sem destreza outros de sua "laia" fazendo ou não justiça.... Bom, falar é fácil. É uma patologia? Seria bom discutir-se isso! Agora, faça o teste você mesmo: você se encaixa no perfil de um psicopata ? Abaixo, site do próprio "traça" seu perfil e diz quantos % de portencial você tem.

Medo?  Mas de que? Ou será De Quem?

Se o resultado lhe causar espanto, quebre os espelhos de sua casa!

Dexter's Psicho Therapy

Sobre a série Dexter

Wikipédia define:

 Dexter é uma premiada série televisivaestadunidense do canal Showtime, exibida desde 2006 nos Estados Unidos, e desde 2007, no Brasil pelo canal FX Brasil, e, em Portugal pela FX Portugal.
A série é baseada no livro Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, e conta a história de Dexter Morgan, um assassino em sérieanalista forensesangue, no departamento de polícia do Condado de Miami-Dade. Dexter é interpretado por Michael C. Hall. que trabalha como especialista em padrões de dispersão de
Nos Estados Unidos, a primeira temporada teve doze episódios e foi exibida de 1 de outubro de 2006 a 17 de dezembro de 2006. A segunda temporada, nos EUA, foi exibida no segundo semestre de 2007 e também contou com doze capítulos.
Valendo-se do fato de ser um expertflashbacks e, paulatinamente, vai desvelando diversos segredos dos personagens, criando um ambiente de constante suspense.
 
  

Um olhar admirador...
segundo Bruno Carvalho, em Ligado Em Série  [na íntegra]

 Ah, como o som de três simples palavrinhas pode virar o jogo de forma tão abrupta, não? “Olá, Dexter Morgan” foi o cumprimento daquele que foi subestimado por seu caçador, que agiu meticulosamente seguindo um código de conduta estrito ao longo de muitos anos e que triunfa no terreno do inimigo com apenas um mero cortejo. Mais uma vez desde que decidiu “voar solo” e ignorar algumas regras de seu pai, Dexter se encontrou em uma situação impossível e que o deixa completamente exposto e sem ação. Arthur Mitchell é um psicopata doente, sim, mas um psicopata doente que sobreviveu décadas sem ser descoberto. Ambos foram desleixados e ambos ganharam pequenas batalhas, mas a perícia e destreza que sobram em Morgan são compensadas pelos anos de experiência do velho matador. 


 Este foi um episódio repleto dos arquétipos da psicologia que estão presentes em toda a série. Para Freud, a infância é o momento crucial da vida onde a personalidade do indivíduo é formada e dali nasceu a sede de sangue do nosso protagonista, a necessidade de se auto-afirmar perante figuras paternas de Debra e Christine e o incontrolável sonho de Arthur em resgatar o controle de sua triste história. Mas enquanto a ciência está aí para definir estas pessoas, no fim das contas é a Teoria do Caos que vai prevalecer sobre esta complexa e imprevisível situação. E mesmo brilhantemente pensada por uma competente e impecável equipe de roteiristas, a trama de Dexter chega para nós como um fractal, uma forma que não pode ser prevista ou antecipada. Se antes podíamos ter a esperança ou até mesmo a certeza de que tudo no fim iria dar certo, o “Olá, Dexter Morgan” neste contexto tão insustentável coloca tudo a perder. Falta pouco, agora.

*Aqui consta também uma crítica sobre a série: blog Contexto Moderno

Tirinhas LOUCAS! 2


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sábado, 29 de maio de 2010

FUNDAMENTOS DE PSICOLOGIA EXPERIMENTAL 3

FUNDAMENTOS DE PSICOLOGIA EXPERIMENTAL 2

FUNDAMENTOS DE PSICOLOGIA EXPERIMENTAL 1

Aqui estão alguns passos dessa disciplina importante em Psicologia (não só para os beharioristas, pelo que vejo). Aprecie com moderação (ou muita).

de Jesiane Wanziler


Crença religiosa contra a depressão

 
 Um artigo publicado no periódico científico Journal of Clinical Psycology mostra que pacientes com depressão respondem melhor aos tratamentos clínicos quando cultivam alguma crença religiosa. O estudo foi realizado com 136 pacientes adultos diagnosticados com depressão profunda e transtorno bipolar. Segundo os autores, a religião pode aumentar em pouco mais de 70% as chances de recuperação. 

Fé contra a depressão

Pesquisas têm sugerido que a crença religiosa pode ajudar a proteger as pessoas contra os sintomas da depressão.
Mas um estudo, feito na Universidade Rush, nos Estados Unidos, vai um passo além.
Em pacientes já com o diagnóstico de depressão clínica, a crença em um Deus que se importa com as pessoas pode melhorar a resposta ao tratamento médico, conforme relata um artigo publicado no Journal of Clinical Psychology.

A Pesquisa
Participaram do estudo um total de 136 adultos diagnosticados com depressão grave ou depressão bipolar, atendidos tanto em ambiente hospitalar quanto ambulatorial, voltados para cuidados psiquiátricos.
Os pacientes foram examinados logo após a internação para tratamento e oito semanas depois, utilizando o Inventário Beck de Depressão, a Escala de Desesperança de Beck, e a Escala do Bem-Estar Religioso - todos instrumentos padrão das ciências sociais para avaliar a intensidade, a profundidade e a gravidade da doença e os sentimentos de desesperança e de satisfação espiritual, respectivamente.

O que acontece é que a resposta à medicação, definida como uma redução de 50 por cento nos sintomas, pode variar em pacientes psiquiátricos. Alguns podem não responder de forma alguma.
Mas o estudo descobriu que aqueles com fortes crenças em um Deus pessoal e que se preocupa com as pessoas tinham maiores chances de responder à medicação e experimentar melhoras.


 Especificamente, os participantes que ficaram no terço superior da Escala de Bem-Estar Religioso tinham 75 por cento mais probabilidades de melhorarem com o tratamento médico para a depressão clínica.
O resultado é semelhante a um estudo feito no Brasil, que demonstrou a importância da religião para lidar com o câncer.

Importância da religião para os pacientes

"Para as pessoas diagnosticadas com depressão clínica, a medicação certamente desempenha um papel importante na redução dos sintomas," disse Murphy. "Mas quando se trata de pessoas diagnosticadas com depressão, os médicos precisam estar cientes do papel da religião na vida de seus pacientes. É um recurso importante no planejamento do tratamento."
Um outro estudo sobre religião e medicina mostrou que, apesar da importância da religião na recuperação dos pacientes, a maioria dos médicos tende a ver a fé como um empecilho às suas decisões.